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Acidentes na rede elétrica já mataram três pessoas nas comunidades rurais

08/09/2021

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A Cemig voltou a alertar moradores e trabalhadores da zona rural de Pará de Minas sobre os riscos de acidentes envolvendo a rede elétrica. 

Mesmo sem ter registrado graves ocorrências em nossa região, a empresa faz questão de fortalecer esse cuidado entendendo que o agronegócio é uma atividade forte da economia local, portanto, qualquer acidente pode acarretar prejuízos financeiros e até mortes de trabalhadores.

No ano passado, por exemplo, a Cemig registrou quatro acidentes da população com a rede elétrica durante a execução de serviços em áreas rurais, com três vítimas fatais. 

De acordo com o gerente de Saúde e Segurança do Trabalho, João José Magalhães Soares, medidas preventivas devem ser tomadas pelos produtores, principalmente nas fazendas onde são operadas máquinas agrícolas. Qualquer descuido pode transformar um simples contato em um grande problema para a comunidade.

O profissional de Saúde e Segurança do Trabalho da Cemig também alertou para a necessidade de os produtores manterem as instalações elétricas internas em boas condições. 

Ainda na entrevista, João José Magalhães pediu para que os moradores e trabalhadores da zona rural evitem as queimadas, cujo registro é comum nesta temporada do ano. Além de prejudicar o meio ambiente e afetar a saúde das pessoas, o fogo na vegetação também traz prejuízos para o sistema elétrico. 

O aquecimento dos cabos e equipamentos da rede pode levar ao desligamento de linhas de transmissão, linhas de distribuição e subestações, bem como causar graves acidentes com pessoas que estão próximas a estas áreas. 

Além de toda essa situação, a companhia ainda precisa lidar com o reparo do sistema, que não é fácil, pois, geralmente, são locais de difícil acesso e em áreas muito amplas. 

RACIONAMENTO DE ENERGIA – Os impactos da crise hídrica em Minas Gerais já comprometem a produção de energia e a Cemig não descarta a necessidade de um racionamento. O Estado enfrenta a estiagem mais severa dos últimos 90 anos, o que exige mudança na política operacional.

Segundo Thadeu Carneiro da Silva, diretor de Geração e Transmissão da Cemig, na atual situação é preciso que todos tenham consciência de que a utilização da água e da energia deve ser feita de forma controlada.

Ele reconhece, no entanto, que o sistema hoje está mais preparado que em 2001, para enfrentar uma crise do tipo. Nos últimos anos houve muitos investimentos na diversificação da matriz energética.

Foto: Arquivo/Rádio Santa Cruz FM



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