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Vice-prefeito de Itaúna consegue suspender processo de cassação na Câmara Municipal

05/01/2026
id="thumb88504" title="Vice-prefeito de Itaúna consegue suspender processo de cassação na Câmara Municipal" target="_blank" href="https://www.radiosantacruzfmg.com.br/assets/uploads/imagens/1c3b8-0ab57-prefeitura.jpg" class="highslide foto_capa" onclick="return hs.expand(this, { slideshowGroup: 'grupo', thumbnailId: 'thumb88504' } )"> Highslide JS

O vice-prefeito de Itaúna, Hidelbrando Canabrava Rodrigues Neto (PL), conseguiu suspender, ao menos temporariamente, o processo de cassação que corre contra ele na Câmara Municipal. 

A suspensão foi determinada pela 2ª Vara Cível da Comarca de Itaúna, que deferiu, em caráter liminar, o pedido apresentado pela defesa dele até o julgamento definitivo do mandado de segurança civil.

Hidelbrando Neto está fora da cidade desde 15 de setembro, quando viajou para os Estados Unidos. A viagem aconteceu dois dias antes da Polícia Federal deflagrar a Operação Rejeito, que pediu a prisão dele e de outras pessoas. Desde então, o político não voltou à cidade.

Hidelbrando teve a prisão preventiva pedida pela Polícia Federal, por suspeita de crimes como organização criminosa, corrupção ativa e lavagem de dinheiro, além de possível crime ambiental, em setembro. 

A Operação Rejeito revelou um esquema de órgãos ambientais no estado em prol de mineração ilegal. Hildebrando supostamente atuava no nível operacional de uma organização criminosa que utilizava possíveis empresas de fachada no setor de mineração. 

De acordo com a apuração da PF, ele participava ativamente de um grupo de WhatsApp usado para tratar de atividades ilícitas, além de ser sócio da BRAVA Mineração e também apareceu em conversas interceptadas como articulador de ato de corrupção. 

A Justiça Federal determinou o sequestro e a indisponibilidade de todos os bens imóveis, a apreensão, arresto e sequestro do veículo destinado ao vice-prefeito, além da suspensão das atividades da empresa BRAVA. 

Após o pedido de prisão, a Prefeitura de Itaúna anunciou a demissão de Hidelbrando. Duas semanas depois, suspendeu o salário dele. A eventual perda do mandato eletivo, no entanto, depende de deliberação na Câmara Municipal. 

O pedido de cassação só foi protocolado no final de outubro, por representantes do PSOL e do PT, e estava seguindo os trâmites legais até a suspensão por decisão judicial.

Foto Ilustrativa: Reprodução Goggle Maps



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