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Risco de nova poluição no Rio Paraopeba: especialista lamenta a situação

28/01/2026
id="thumb88864" title="Risco de nova poluição no Rio Paraopeba: especialista lamenta a situação" target="_blank" href="https://www.radiosantacruzfmg.com.br/assets/uploads/imagens/c85c9-jose-hermano-prefeitura-2024.jpg" class="highslide foto_capa" onclick="return hs.expand(this, { slideshowGroup: 'grupo', thumbnailId: 'thumb88864' } )"> Highslide JS

Os 320 mil metros cúbicos de água e sedimentos de minério derramados pelos extravasamentos registrados em minas da Vale em Congonhas e Ouro Preto, no último domingo, têm preocupado muito.

O alerta foi aceso novamente e segundo especialistas essa situação não pode ser tratada como evento normal ou aceitável. Eles citam ainda que não é tecnicamente correto relacionar o extravazamento de estruturas desse tipo exclusivamente a eventos de chuvas intensas.

Aqui na região de Pará de Minas, a preocupação das comunidades é com o Paraopeba, uma vez que os sedimentos podem ser transportados rio abaixo. O rio que já foi gravemente afetado na tragédia de Brumadinho, em 2019, pode sofrer novamente.

O Jornal da Manhã conversou sobre o assunto com o biólogo José Hermano Franco, que também é o presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Pará, o CBH Pará.

Na opinião dele ainda é muito cedo para se falar em nova poluição das águas, devido à escassez de informações e, principalmente, diante de fatos tão recentes que escancararam um esquema de corrupção enorme no governo de Minas, por meio da Secretaria Estadual de Meio Ambiente.

Segundo ele, os crimes e, muitas vezes, os desvios no setor mostram como as questões ambientais sempre ficam para depois:

GRAVAÇÃO: (       00125               )                 45’

José Hermano também criticou a inércia governamental diante de tantos problemas na mineração mineira e nacional.

GRAVAÇÃO: (       00126               )                 1’10

Por meio de nota, o Governo de Minas informou que a Vale foi autuada por causa dos impactos ambientais do último domingo. A mineradora terá que cumprir uma série de medidas emergenciais, incluindo ações de limpeza do local afetado e o monitoramento do curso d´água atingido.

Também será solicitado à empresa, um plano de recuperação ambiental para limpeza das margens, desassoreamento e demais medidas necessárias à recuperação do curso afetado.

Foto: Arquivo Jornalismo/Rádio Santa Cruz FM



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