Uma semana depois e o reajuste salarial aprovado na Câmara Municipal de Pará de Minas continua repercutindo. A votação, que tratou da recomposição dos vencimentos de servidores e agentes políticos, tem gerado debates acalorados entre os internautas, e também dividiu opiniões no próprio legislativo.
Enquanto parte da população questiona o aumento em meio às dificuldades econômicas, vereadores defenderam a medida como uma correção inflacionária prevista em lei.
O projeto definiu em 3,9% a correção dos vereadores, mesmo percentual aplicado na prefeitura para os agentes políticos, e 4,5% para os funcionários da casa. A votação final marcou oito votos favoráveis, seis contrários e uma abstenção.
Em meio às críticas levantadas pela população o presidente da Câmara, Geraldinho Cuíca, voltou a defender a recomposição salarial como um direito previsto em lei. Também ressaltou que o reajuste não representa aumento real, apenas a correção das perdas inflacionárias:
O tema também reacendeu duas discussões, sendo a primeira delas a possibilidade dos vereadores abrirem mão da recomposição salarial. E o outro questionamento é sobre os vereadores que votam contrário ao projeto, mas não abrem mão de receber o reajuste. Segundo a opinião pública, o correto seria que eles assinassem um termo, abdicando o direito de receber o acréscimo.
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