O fechamento temporário do guarda-volumes do Camelódromo gerou reclamações na cidade. A estrutura, que fica logo atrás do ponto de ônibus da praça Torquato de Almeida, é bastante utilizada principalmente pelos moradores da zona rural que vêm a Pará de Minas regularmente.
Para não precisar carregar sacolas e pacotes ao longo do dia, eles costumam deixar o material ali mesmo. Mas nos últimos dias, com as portas fechadas, o jeito foi carregar o peso mesmo.
Houve quem optasse por trazer alguma companhia, para ficar no Camelódromo esperando o ônibus e segurando os pacotes. E a terceira opção, foi a busca de ajuda dos comerciantes nos boxes, pedindo para guardar os embrulhos.
O comerciante Sílvio Rodrigues defende o serviço do guarda-volumes, afirmando que ele é essencial para o funcionamento harmonioso entre o Camelódromo e o ponto de ônibus, que funciona como uma espécie de terminal rodoviário:
Ana Paula Santana, que também trabalha no Camelódromo, também lamenta a falta do guarda-volumes, dizendo que receber os embrulhos e sacolas de desconhecidos nos boxes pode ser uma prática até perigosa.
A boa notícia é que o funcionamento do guarda-volumes já voltou ao normal, segundo informação confirmada pela assessoria de comunicação da Prefeitura de Pará de Minas. O fechamento temporário do espaço se deveu à falta de funcionários disponíveis para prestação do serviço no local, situação que já foi resolvida pelo poder público.
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