A baixa adesão à greve da rede estadual de ensino não inibiu o Sind-Ute de manter a reivindicação pela recomposição salarial da categoria. O sindicato quer quase 42% e cobra a abertura de negociação com o governo estadual.
Parte dos trabalhadores está em greve há duas semanas e defende que o índice pedido corresponde às perdas acumuladas entre 2019 e 2025. Segundo a entidade, o reajuste anunciado pelo governo, de 5,4% para todo o funcionalismo, é insuficiente.
Representantes do Sind-Ute pediram apoio da Assembleia Legislativa. No encontro com deputados chegaram a dizer que tem profissionais preferindo rodar em aplicativos de transporte a dar aula.
Diretores também criticaram decisões do governo estadual, como renúncias fiscais, que somariam quase R$100 bilhões em cerca de seis anos, com impacto indireto nos investimentos em áreas como a educação.
A greve da rede estadual foi deflagrada há duas semanas. Em Pará de Minas, apenas alguns professores da Escola Padre Libério aderiram à paralisação.
Fonte imagem Capa meramente ilustrativa
Há 0 comentários. Comente essa notícia.