A separação correta dos materiais recicláveis ainda é um desafio em Pará de Minas, mas continua sendo uma das atitudes mais importantes para reduzir os impactos ambientais e aumentar a vida útil do aterro sanitário.
Além de contribuir para a preservação dos recursos naturais, a reciclagem também gera renda para trabalhadores que dependem da coleta e da comercialização desses materiais.
No entanto, nem tudo que é separado pela população segue para a reciclagem, devido à falta de estrutura para absorver toda a demanda. E aí, parte dos resíduos ainda tem como destino final o aterro, mesmo sendo potencialmente reciclável.
Os desafios enfrentados para ampliação do processo de aproveitamento dos recicláveis são grandes, segundo informou Denise Costa, coordenadora da Engesp, empresa responsável pela coleta de lixo na cidade. A consequência é a redução da vida útil do aterro:
Denise volta a alertar a comunidade sobre a necessidade de acondicionamento especial dos materiais perfurocortantes na hora do descarte:
A orientação é que objetos como vidros quebrados, lâminas e outros materiais cortantes sejam devidamente embalados antes do descarte. Atitudes assim ajudam a proteger os trabalhadores, fortalecendo a coleta seletiva e contribuindo para uma cidade mais limpa e sustentável.
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