Assim como no mercado de vestuário e calçados que, de tempos em tempos, anunciam tendências de modelos e cores de suas peças, a moda também está presente na construção civil.
As tendências arquitetônicas ditam formas, plantas, materiais e até as cores para a pintura dos imóveis.
Em se tratando de cores, por exemplo, é possível perceber uma grande mudança de comportamento nesse sentido. É cada vez mais perceptível a utilização de cores mais marcantes e personalizadas nas fachadas e interiores, no lugar dos tons neutros e básicos.
Nas cidades grandes o tradicional branco ou bege puro já foram substituídos por tons terrosos, verdes, azuis profundos e contrastes geométricos para dar identidade aos imóveis.
Já no interior, essa mudança de comportamento ainda é lenta, como é o caso de Pará de Minas. O Jornal da Manhã conversou com empresários do ramo de tintas e todos confirmaram a cautela dos consumidores.
Entre os entrevistados, José Carlos de Faria Chaves, da Universal Tintas, que confirmou a preferência local ainda pelas cores neutras, sobretudo o cinza, que continua liderando a demanda dos pigmentos.
A escolha das tintas, na maioria das vezes, é fruto de um consenso entre o proprietário da obra e a sugestão dos arquitetos.
O mercado de Pará de Minas tem registrado um bom momento, tendo em vista o aumento do número de obras em andamento na cidade. Além dos pigmentos, as texturas e revestimentos diferenciados também registram boa saída nas lojas especializadas.
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