Neste 30 de setembro é celebrado como o Dia do Jornaleiro, profissão que ajudou a aproximar a população das notícias, das revistas e diferentes conteúdos impressos. Mesmo com a mudança nos hábitos, os profissionais continuam tendo uma função que vai além da venda de exemplares.
Para marcar a data, o Jornal da Manhã saiu da redação e foi às ruas para conversar com quem conhece de perto a atividade que, durante décadas, fez das esquinas um ponto de encontro entre a notícia e o leitor.
Em Pará de Minas, Vanessa Cunha trabalha há 32 anos no setor, à frente do Bancão de Jornal. O contato direto com o público e a procura por informação mantém viva uma atividade que precisou se adaptar ao avanço da tecnologia e às novas formas de consumir notícias.
Mas a modernização dos meios de comunicação trouxe muitos desafios, com a diminuição da procura pelos jornais impressos. Se antes era comum encontrar leitores diariamente em busca das principais notícias do dia, hoje o acesso à informação acontece mais pelas telas.
Hoje, as bancas também incorporaram a tecnologia e mudaram de aparência e de produtos, mas continuam ocupando um espaço tradicional nas cidades. A profissão que nasceu levando manchetes de mão em mão atravessou diferentes épocas, sobreviveu à chegada do rádio, da televisão e, mais recentemente, da internet. E, entre tantas mudanças, permanece a figura do jornaleiro: alguém que, por gerações, ajudou a colocar a informação na rua.
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