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Reconhecimento: Grupo de Escoteiros José Ildeu Gramicelli chega aos 56 anos com fila de espera

03/10/2026
id="thumb92713" title="Reconhecimento: Grupo de Escoteiros José Ildeu Gramicelli chega aos 56 anos com fila de espera" target="_blank" href="https://www.radiosantacruzfmg.com.br/assets/uploads/imagens/f024a-paulo-vitor-2026-by-ronny-anderson-1-.jpeg" class="highslide foto_capa" onclick="return hs.expand(this, { slideshowGroup: 'grupo', thumbnailId: 'thumb92713' } )"> Highslide JS

Presente em Pará de Minas há vários anos, o movimento escoteiro reúne crianças, adolescentes e adultos em atividades que vão muito além de acampamentos e aventuras ao ar livre. 

O Grupo Escoteiro José Ildeu Gramiscelli tem 56 anos e faz parte de uma organização que utiliza atividades práticas, convivência e trabalho em equipe como ferramentas para contribuir na formação de crianças e jovens.

O movimento foi criado em 1.907, por Robert Baden-Powell, na Inglaterra, a partir da adaptação de técnicas de exploração, vida em campo, iniciativa e disciplina para uma proposta educativa. A experiência rapidamente despertou o interesse dos jovens ingleses e, com o passar dos anos, o movimento se espalhou por diferentes países. 

No Brasil, os primeiros uniformes e acessórios escoteiros chegaram em 1.910, trazidos por militares que vieram da Europa. Hoje, o escotismo está presente em diversos países, trabalhando com crianças e jovens dos 6 anos e meio aos 23 anos. Depois dessa idade, a participação pode continuar como adulto voluntário, ajudando justamente na condução das atividades e na formação das novas gerações.

Em Pará de Minas, o Grupo Ildeu Gramicelli vai muito bem, segundo confirmou Paulo Vitor, chefe de seção e chefe da tropa que reúne os escoteiros de 11 a 14 anos. Ele destaca o escotismo como uma convivência que trabalha valores que ultrapassam as atividades realizadas dentro da sede.

Essa formação também exige comprometimento, segundo Paulo Vitor. Ser escoteiro envolve uma rotina de participação e dedicação, tanto nas atividades do grupo como na própria vida do jovem. 

E o trabalho não termina quando ele deixa de ser membro juvenil: quem chega à fase adulta pode continuar contribuindo como voluntário. Os adultos voluntários são responsáveis por acompanhar e educar crianças e jovens durante as atividades. 

Não é necessário chegar ao grupo com treinamento prévio: os próprios adultos recebem orientação e vão se desenvolvendo dentro do movimento. Paulo Vitor é um exemplo desse caminho, já que conheceu o escotismo depois de adulto e passou a aprender com outros voluntários.

Em Pará de Minas, quem quiser conhecer o Grupo Escoteiro José Ildeu Gramscelli pode procurar a sede aos sábados pela manhã, das 9h às 11h. O endereço é Rua Inocêncio III, 359, em frente à APAE. 

Atualmente, existe fila de espera para crianças e adolescentes de até 14 anos. Os adultos interessados em atuar como voluntários também podem procurar o grupo para conhecer as possibilidades de participação.

Foto: Arquivo Pessoal/Paulo Vitor



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