No ano em que completou 70 anos de fundação, o Rio Branco Futebol Clube continua esperando a chance de voltar a brilhar no gramado de sua sede, o Estádio Édson Campolina Pontes.
O clube segue fechado, sem condições de uso e alvo de reclamações dos atletas impedidos de utilizar o espaço. A vizinhança também se queixa da situação de abandono e deterioração.
Situado na rua Águeda Campolina, no bairro Nossa Senhora das Graças, o campo do Rio Branco enfrenta problemas de conservação, muros danificados e falta de manutenção.
O cenário é completamente diferente de décadas atrás, quando o espaço vivo e movimentado, recebia importantes partidas de futebol.
Municipalizado desde 2023 o estádio aguarda por intervenção da prefeitura, que já conta com recursos disponíveis para investir no espaço esportivo. A boa notícia é que isso pode acontecer em breve, segundo o presidente do clube, Michael Calisto.
Ele informou que, a pedido do prefeito Inácio Franco, houve uma mudança no projeto de revitalização, proporcionando que, enfim, ele saia do papel. O presidente citou melhorias a serem implementadas:
Ainda segundo Michael Calisto, diferente do que muitas pessoas pensam o clube tem uma boa relação com o poder público municipal, facilitando o diálogo sobre as futuras intervenções no estádio.
As obras serão discutidas na próxima semana entre a diretoria do clube, o prefeito Inácio Franco e o vereador Marcílio Souza. Depois de definidas, a prefeitura dará início ao processo de licitação pública.
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