A pandemia do coronavírus tem gerado muita pressão sobre contratos que não podem ser cumpridos com o isolamento social. Na educação privada, por exemplo, a batalha já teve vários rounds. De um lado estão os que não concordam em pagar por aulas que deixaram de acontecer presencialmente, do outro as instituições que precisam manter a estrutura física e de pessoal.
Essas divergências vão desde o ensino infantil até o universitário, com pedidos de descontos e até isenção nas mensalidades. Mas nem sempre isso é possível acontecer devido aos investimentos que algumas faculdades tiveram que fazer. É o caso da Fapam em Pará de Minas que, ao contrário das universidades que chegaram a suspender as aulas por até duas semanas, manteve o ritmo do ensino de outra forma.
Acompanhando os avanços do coronavírus ao redor do mundo, a Fapam montou um Plano de Contingência que entrou em operação tão logo foram anunciadas as medidas restritivas em Minas Gerais. As aulas presenciais foram substituídas pelo ensino remoto, em que a tecnologia manteve a fluidez das aulas sem perda de qualidade. A Fapam investiu muito nesse processo, para garantir também o cumprimento dos 100 dias de aulas do semestre.
E os resultados têm sido altamente positivos, segundo avaliou o diretor Ruperto Vega. Os alunos não tiveram perdas de conteúdo e estão recebendo os ensinamentos na segurança de suas casas.
Outro destaque do Plano de Contingência da Fapam é a adoção de medidas financeiras essenciais para permitir ao aluno que ele continue fazendo o curso. Nesse sentido a faculdade investiu em um seguro que garante as mensalidades durante seis meses:
Já para os alunos autônomos, a Fapam buscou outra solução:
Ruperto Vega também fez questão de ressaltar o trabalho desenvolvido pelos coordenadores, professores e funcionários administrativos na busca de soluções para que a Fapam não perca a qualidade de ensino nesse momento difícil. Segundo ele, o atendimento diferenciado sempre existiu. E agora ainda mais presente.