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Servidor público que matou cachorro no CCZ foi afastado e vai enfrentar processo judicial

24/08/2020

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A Prefeitura de Pará de Minas, por meio da Secretaria de Agronegócio e da Vigilância Sanitária, se posicionou a respeito do cão do CCZ que foi morto a pauladas por um funcionário.

Durante os procedimentos de rotina para os testes de leishmaniose nos animais que vivem no Centro de Zoonoses, um cachorro de médio porte ficou exaltado e teria mordido o servidor que revidou com pauladas na cabeça do animal, que não resistiu aos ferimentos e morreu.

O caso foi denunciado a Silvânia Shirley, que é protetora de animais, e rapidamente ganhou as redes sociais, tendo ampla repercussão. Muitas pessoas lamentaram a morte do cão e repudiaram a atitude do profissional.

O coordenador da Vigilância Sanitária de Pará de Minas, Wander da Silva Rodrigues, informou que o município já tomou todas as providências cabíveis:

Wander Rodrigues revelou que o cão que foi vítima das pauladas não testou positivo para leishmaniose, estava sadio e disponível para adoção.

Dentro desse contexto, o coordenador da Vigilância Sanitária faz um pedido à população no que se refere à adoção dos animais que vivem no CCZ.

O secretário de Agronegócio, Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente, José Hermano de Oliveira Franco, também participou da entrevista e reforçou o repúdio do município em relação à atitude do servidor. José Hermano disse que toda a equipe do CCZ ficou muito abalada com a situação que vai na contramão do trabalho que está sendo desenvolvido: 

O secretário explicou ainda que quando necessária, a eutanásia de animais é feita dentro do que prevê a legislação e da forma menos dolorosa.

No Brasil, existe a Lei dos Crimes Ambientais que, além de abranger os animais silvestres, protege os animais domésticos, que são aqueles que convivem harmoniosamente com os humanos, dependendo deles para sobreviver, caso dos cães e gatos.

Em seu artigo 32, a lei considera crime qualquer tipo de abuso, maus-tratos, ferimentos ou mutilações aos animais domésticos, prevendo punição, ao agente, de detenção de três meses a um ano, além da multa. Conforme explicado por Wander Rodrigues, o caso do servidor público já foi repassado às autoridades policiais para que sejam tomadas as devidas providências.

Foto: Amilton Maciel/Rádio Santa Cruz FM e Prefeitura de Pará de Minas





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