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Venezuelanos que moram em Pará de Minas apreensivos com os parentes que ficaram no país

08/01/2026

Um grupo de venezuelanos que está morando em Pará de Minas há alguns meses acompanha com apreensão a situação do país, depois da ofensiva dos Estados Unidos. 

Eles se mostram apreensivos com os familiares que ainda residem na Venezuela e temem o agravamento do cenário, ao mesmo tempo em que se mostram aliviados com a queda do presidente Nicolás Maduro.

O grupo chegou ao Brasil há seis meses e, desde então, tem se espalhado pelo interior do país em busca de melhores condições de vida. Através de indicações parte dos trabalhadores chegou a Pará de Minas e não teve dificuldade em conseguir emprego.

Os entrevistados pelo Jornal da Manhã estão prestando serviços no ramo do agronegócio, para uma empresa especializada na criação de aves. Além do salário, ela tem custeado a moradia e o transporte deles até a propriedade rural e a parceria já apresenta bons resultados.

É que os trabalhadores, que pediram para não ser identificados nesta reportagem, têm encarado a jornada profissional com muita seriedade e dedicação. E eles, por sua vez, consideram as condições brasileiras bem melhores que a Venezuela:

Este casal decidiu abandonar o país diante da falta de comida e condições de vida dignas. Marido e mulher estão felizes com a oportunidade de estar trabalhando em uma jornada de apenas oito horas e recebendo salários que dão para suprir as necessidades da família ao longo do mês.

Também pesou na decisão de continuarem em Pará de Minas a boa acolhida da população e a fácil adaptação dos filhos, de 5 e 6 anos:

O entrevistado a seguir é um policial que trabalhava muito e recebia menos de R$160,00 por mês (em dinheiro convertido para a nossa moeda). Agora ele tem esperança de ver o desenvolvimento do país de origem:

Outros venezuelanos que moram em Pará de Minas também acompanham com atenção os desdobramentos da situação. Um deles é a professora Lismar Prieto, que chegou à cidade há cerca de sete anos.

Ela deixou o país em busca de segurança e estabilidade para a família. A professora vê com esperança a captura de Maduro, ao mesmo tempo em que reconhece que isso não representa o fim da crise. E se mostra preocupada com os outros parentes que continuam vivendo no país.

Foto: Lucas Barcelos/Rádio Santa Cruz FM




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