Depois de tanto glitter e purpurina no carnaval, o que não faltam são riscos e arranhões nos carros. Passada a folia, oficinas de lanternagem e pintura registram aumento na procura por reparos, especialmente de motoristas que viajaram para cidades com festas mais movimentadas, como Belo Horizonte, e retornaram com marcas indesejadas na lataria.
Durante o carnaval, é comum os veículos ficarem estacionados em locais improvisados ou com grande circulação de pessoas, o que aumenta as chances de esbarrões, contato com objetos e até pequenos acidentes.
Em Pará de Minas, profissionais do setor relatam que a demanda cresceu significativamente após o feriado. Arranhões superficiais, pequenos amassados e danos na pintura estão entre os principais problemas.
Segundo o lanterneiro Paulo Arcanjo, nesse período aumenta principalmente a procura por reparos rápidos, voltados à correção de riscos e danos leves na pintura. Muitos motoristas só percebem a extensão dos estragos quando lavam o carro após a viagem.
Os custos variam conforme a profundidade do dano e a necessidade de repintura. Em casos mais simples, o serviço pode ser resolvido com polimento técnico ou retoque localizado. Já quando há necessidade de pintura completa da peça, o investimento é maior.
Além dos arranhões mais visíveis, o carnaval também deixa marcas menos perceptíveis à primeira vista. Poeira, confetes, serpentinas e até resíduos químicos que entram em contato com a pintura, provocando microriscos, manchas e perda de brilho.
E esses pequenos danos, que parecem inofensivos, com o tempo podem comprometer a aparência e até o valor de revenda do veículo.
Fonte Foto: Lucas Barcelos/ Rádio Santa Cruz
Fonte imagem Capa: Gerada pelo autor com o modelo de IA Gemini, do Google (2026)