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Procon vai aos postos de combustíveis de Pará de Minas a partir de hoje

23/03/2026

O aumento nos preços dos combustíveis tem gerado preocupação e impacto direto no dia a dia dos motoristas, empresas e dos consumidores. O preço médio do diesel, por exemplo, teve uma alta significativa, só na última semana, de 7%, chegando a R$7,26. 

Em algumas empresas, o combustível, que antes representava cerca de 30% a 40% dos custos operacionais, já está na casa dos 50%, elevando significativamente o impacto financeiro e gerando preocupação com a continuidade das atividades.

É o caso do empresário Geomar Ferreira Antunes, da Geltur Turismo, para quem os prejuízos causados pela alta do diesel já são altos:

Segundo o empresário, além dos impactos econômicos, o aumento também levanta receios sobre possíveis reflexos mais amplos, como uma eventual paralisação de caminhoneiros, o que poderia comprometer ainda mais a logística. 

Nos postos de combustíveis, a situação também chama atenção. Apesar da redução dos tributos federais no diesel, o efeito ainda não foi sentido pelos clientes nas bombas e, em meio a esse cenário, a Petrobras ainda anunciou um aumento de R$0,38 sobre o diesel A para as distribuidoras.

Segundo o proprietário do Posto Batista, Marcelo Batista, esse aumento repassado pelos postos vem com impacto direto das distribuidoras, que não reduziram nos preços. 

E ainda segundo Marcelo, apesar das altas o que se tem observado é o aumento na procura por abastecimento, motivado pelo receio dos motoristas de novos reajustes. 

Mas apesar do abastecimento mais frequente, os consumidores têm colocado em dúvida os valores praticados pelos postos. Eles alegam que, em alguns casos, os repasses das distribuidoras são menores que os aumentos percebidos nas bombas.

Diante das reclamações e da variação nos preços, o Procon de Pará de Minas começa hoje a fiscalização nos postos da cidade, com foco na verificação de possíveis aumentos abusivos. 

E a expectativa para que a fiscalização ajude os preços a voltarem à normalidade já tomou conta dos consumidores. O Jornal da Manhã foi às ruas para saber o que eles estão achando dessa nova medida: 

A fiscalização deve priorizar os estabelecimentos com os preços mais elevados. Os fiscais poderão solicitar documentos como notas fiscais de compra, relatórios de estoque e o histórico de preços praticados, para avaliar se os reajustes têm justificativa baseada nos custos ou se houve aumento indevido da margem de lucro. 

Caso sejam identificadas irregularidades, os estabelecimentos poderão sofrer sanções administrativas.

Fonte imagem Capa:  Gerada pelo autor com o modelo de IA ChatGPT (2026) 



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