O Departamento de Estradas de Rodagem (DER-MG) atendeu mais uma reivindicação dos vereadores Délio Alves e Dinei Calha e confirmou novas obras no trecho urbano da BR-352, que liga os bairros Eldorado e Santos Dumont, em Pará de Minas.
As chuvas dos últimos quatro meses danificaram bastante o asfalto, comprometendo totalmente as obras executadas em novembro. Desde então, os motoristas têm reclamado dos riscos da pista cheia de buracos.
Diante disso, Délio e Dinei fizeram nova frente de mobilização junto ao DER e aos deputados que conseguiram as obras iniciais, no caso o federal Pinheirinho e o estadual Bertinho Pinto Coelho.
Os resultados começam a aparecer, com a confirmação da retirada completa da capa asfáltica, seguida da reconstrução da base e, por último, da aplicação de nova camada de asfalto.
O encontro que selou o compromisso aconteceu na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, na presença dos dois deputados, dos vereadores e do diretor-geral do DER, Matheus Novais, que confirmou a execução do serviço:
GRAVAÇÃO: ( 00139 ) 17’
Satisfeitos com a notícia, os vereadores Dinei Calha e Délio Alves fizeram questão de agradecer e reforçar o passo a passo das obras:
GRAVAÇÃO: ( 00140 ) 41’
Na primeira etapa das obras, realizadas no ano passado, os recursos foram suficientes apenas revitalização superficial. Com o excesso de chuvas, a pista logo apresentou problemas.
Novas obras vão onerar os cofres públicos?
Uma pergunta que muitos estão fazendo agora é a seguinte: Se as obras duraram tão pouco, quem vai arcar com os prejuízos? O DER enviou ao Jornal da Manhã, a seguinte resposta:
“Em obras e serviços de infraestrutura, é absolutamente normal que ocorram intervenções de manutenção e reparos ao longo do tempo. Tais ocorrências não representam, necessariamente, falhas de execução, mas sim parte inerente ao ciclo de vida das estruturas. Após períodos de chuva — especialmente quando intensos — é comum que surjam desgastes, deslocamentos de materiais, infiltrações ou outros efeitos decorrentes da ação da água sobre o solo e os componentes da obra. Esses fatores naturais podem exigir ajustes corretivos para garantir a estabilidade, a segurança e a durabilidade da estrutura. Importante destacar que nenhuma obra de infraestrutura é estática ou definitiva, todas estão sujeitas a condições climáticas, uso contínuo e variações do ambiente. Por esse motivo, a realização de reparos, manutenções preventivas e corretivas deve ser compreendida como uma prática técnica normal e necessária, adotada justamente para preservar a qualidade e o pleno funcionamento da obra ao longo do tempo”.
Fotos: Arquivo Pessoal/Dinei Calhas e Arquivo Jornalismo - Rádio Santa Cruz FM