A um mês da estreia do Brasil na Copa do Mundo, a economia de Pará de Minas já está faturando em cima do torneio que será o maior da história, envolvendo 48 seleções.
A indústria de confecção já não consegue mais atender a demanda que vem crescendo desde fevereiro. Empresários do setor confirmam, inclusive, que a encomenda de camisas da seleção está maior que em 2022.
E os clientes parecem tão otimistas em relação ao desempenho da seleção canarinho que aumentaram significativamente os pedidos, movimentando bastante a produção de camisas.
O Jornal da Manhã conversou com o empresário Thiago da Silva Rodrigues de Souza, da Unisport, que é um dos maiores fabricantes da cidade. Ele confirmou que os pedidos vieram tanto das empresas que desejam presentear os funcionários como daquelas que vão distribuí-las para os amigos e fornecedores:
Também chama atenção o fato dos clientes estarem exigentes em relação às camisas. Embora a Copa do Mundo seja sazonal, só de 4 em 4 anos, todos fizeram questão de encomendar camisas de alto padrão de qualidade. Os custos variam de R$30,00 a R$60,00 a unidade:
Vários setores da economia de Pará de Minas também apostam na Copa do Mundo e, claro, no sucesso da seleção brasileira. Os principais são os de carnes, bebidas e moda, especialmente ligados ao consumo coletivo e ao ambiente doméstico.
E esse entusiasmo se justifica diante das pesquisas de opinião, confirmando que mais de 80% da população pretende acompanhar a competição e mudar os hábitos de consumo durante o período.
No setor de carnes, então, as apostas são altíssimas já que na última copa o consumo cresceu 200%.
Foto: Arquivo Pessoal/Thiago da Silva