O governo federal e a indústria brasileira intensificaram as negociações com Washington, para evitar a imposição de uma tarifa de até 37,5% sobre o ferro-gusa exportado para os Estados Unidos.
O Escritório de Representante de Comércio Americano (USTR) propôs a sobretaxa alegando práticas que ele considera "desleais", e o Brasil precisa reverter a medida nas próximas semanas para evitar impactos severos à economia nacional.
Em Pará de Minas o clima também é de expectativa entre as siderúrgicas e os representantes dos trabalhadores do setor, porque a aplicação da taxa pode impactar diretamente na exportação dos produtos e, claro, refletir em toda a cadeia produtiva.
O Jornal da Manhã conversou com o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Pará de Minas, João Bosco e Silva, e ele falou de sua percepção sobre o assunto:
Mesmo diante dos desafios e riscos, João Bosco se mostra otimista:
Hoje será realizada uma audiência pública oficial, como parte do processo formal do governo norte-americano para avaliar a imposição de tarifas punitivas sobre diversos produtos brasileiros. Depoimentos do setor privado serão ouvidos. A Confederação Nacional da Indústria (CNI), empresas brasileiras e entidades representativas estão inscritas para se manifestar sobre o tema.