Concluído com sucesso o processo de fiscalização dos postos de gasolina de Pará de Minas. Como se sabe, o Procon visitou 17 estabelecimentos na cidade, solicitando informações sobre notas fiscais de compra de combustíveis para um comparativo entre custos e preço de venda entre os meses de fevereiro e março.
O levantamento acompanhou o movimento nacional, desde a disparada dos preços provocados pelo mercado internacional, reflexo dos conflitos no Oriente Médio. A meta do Procon era a de identificar se as unidades não estariam cobrando preços abusivos no município.
Falando ao Jornal da Manhã, o coordenador do órgão, Bruno Soares de Souza, informou que os documentos fornecidos pelos proprietários dos postos permitiu uma boa apuração, além de orientações necessárias.
Mas ele chamou atenção para a dificuldade do Procon em aplicar punições devido à limitação de efetivo:
Em relação ao comparativo de preços dos combustíveis com postos de outras cidades da região, reclamação que aparece com frequência, Bruno explicou que a falta de dados e a dificuldade da busca por informações dos outros estabelecimentos acaba impedindo um resultado mais eficiente.
O advogado reconhece que o ideal seria a realização de ações periódicas de fiscalização,, capazes de juntar dados para o comparativo de preços, mas a falta de mão de obra dificulta a pretensão.