A modernização dos processos judiciais tem sido um dos principais caminhos adotados pelo Judiciário brasileiro para enfrentar a grande demanda de ações em tramitação no país. Mais de 80 milhões de processos estão em andamento, o que exigiu mudanças estruturais para garantir mais agilidade, eficiência e transparência.
A substituição dos antigos processos físicos pelos digitais vem ocorrendo de forma gradual desde 2006, quando foi regulamentado o uso de meios eletrônicos na tramitação processual. Com o avanço da tecnologia, tribunais, ministérios públicos e procuradorias passaram a adotar sistemas informatizados capazes de gerenciar documentos, prazos e decisões de forma integrada, eliminando a necessidade de papel e o deslocamento físico de autos.
A mudança trouxe impactos diretos para a sociedade, como maior transparência, economia de recursos públicos, preservação ambiental e acesso facilitado às informações. Além disso, cidadãos e advogados podem acompanhar o andamento das ações pela internet, sem precisar comparecer aos fóruns, o que torna o serviço mais acessível e eficiente.
Advogados elogiam muito o novo sistema, caso de José Gustavo Capanema para quem a digitalização representou um avanço significativo.
Com a modernização, o próprio Judiciário também passou a ganhar em produtividade. A redução de atividades manuais, como carimbos, organização de papéis e envio de documentos físicos, permitiu que os servidores se concentrassem em tarefas mais estratégicas. A estimativa é que os processos digitais possam tramitar até 70% mais rápido que os físicos.
Há 0 comentários. Comente essa notícia.