O crescimento das vendas on-line preocupa principalmente segmentos que dependem da experiência presencial, caso do setor de móveis.
O comerciante Guilherme Cassini Junior tem testemunhado isso, afirmando que a compra pela internet pode representar um risco, pois lá o cliente não avalia bem e nem testa o conforto antes de fechar negócio.
Diante desse cenário, muitas empresas têm apostado na reestruturação do modelo de negócios, reduzindo o número de lojas físicas e apostando mais no comércio eletrônico. A proposta é unir o atendimento presencial à praticidade do digital, oferecendo ao consumidor uma experiência completa e eficiente.
De olho nisso, a comerciante Bruna Eduarda tem reorganizado suas operações. Os produtos disponíveis nas lojas físicas também passaram a integrar o catálogo digital, ampliando o alcance das vendas e facilitando o acesso do cliente.
A tendência mostra que o futuro do comércio passa pela integração dos canais físico e digital. Enquanto o ambiente online oferece agilidade e alcance, as lojas físicas seguem importantes para a experiência do consumidor. A adaptação a esse novo modelo tem sido essencial para a sobrevivência e o crescimento dos negócios em um mercado cada vez mais competitivo e conectado.
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