O empresariado acompanha de perto os desdobramentos do cenário político estadual em Minas Gerais. Entre o otimismo com a movimentação das vendas e a cautela natural, que acompanha períodos de transição, empresários projetam os impactos econômicos para os próximos anos.
De acordo com a Fecomércio-MG, as expectativas do varejo mineiro seguem focadas na manutenção de estímulos ao consumo, estabilidade fiscal e políticas públicas que favoreçam a geração de empregos e o crédito no estado.
Já no varejo, empresários e vendedores demonstram otimismo em relação ao posicionamento dos futuros governantes, em vista de um comércio físico fortalecido. O JM conversou com Margareth Reis, da loja Stop, que confirmou esta expectativa.
Já Suelen Barbosa, da loja Fratelli, sonha com um retorno aos tempos anteriores ao e-commerce, quando os consumidores tinham mais disposição e condições de ir até os centros comerciais para gastar.
Apesar das incertezas típicas do período eleitoral, o empresariado busca estratégias de adaptação para manter o ritmo de crescimento nas vendas, sobretudo focando na movimentação para o Dia das Crianças, comemorado na próxima segunda-feira, e no Natal que se aproxima.
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