A Ordem dos Advogados do Brasil, através da 18ª Subseção Pará de Minas, aguarda manifestação do Ministério Público da Comarca, sobre o pedido de prisão preventiva para o homem que assassinou a tiros o cachorro de estimação da família, há cerca de dez dias.
O ofício encaminhado ao MP foi assinado pela Comissão de Direito dos Animais, que se mostrou preocupada com o fato do acusado estar em liberdade, depois pagar fiança no valor de R$20 mil.
A presidente da comissão, Dariane de Paula Barros, ressaltou que o caso é de extrema gravidade. Ela lembrou que além da morte do animal, o investigado cometeu outros dois crimes, por isso ele não pode continuar solto:
O juiz de plantão na noite do crime, Thomas Arantes, reconheceu a gravidade da situação, mas afirmou que não pediu a prisão preventiva do acusado pela ausência de manifestação do representante do Ministério Público e da própria autoridade policial.No entanto, a OAB tem esperança de mudar a situação agora, diante de novas argumentações e da grande repercussão, inclusive, junto a autoridades estaduais:
Mesmo atuando na Câmara de Belo Horizonte, o vereador Osvaldo Lopes tem acompanhado o caso de perto. No documento que ele enviou ao Ministério Público de Minas Gerais, ele menciona a necessidade de garantir a ordem pública, preservar a instrução criminal e assegurar a aplicação da lei penal.Foto: Rafael Cezar (arquivos rádio santa cruz).