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Mais de 32 mil medidas protetivas solicitadas: este é o balanço do Agosto Lilás em Minas Gerais

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Ações articuladas e integradas da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) na repressão à violência de gênero resultou em 6.520 inquéritos policiais instaurados para apurar denúncias de crimes no âmbito doméstico e familiar e mais de cinco mil procedimentos investigativos concluídos no estado. Esses são alguns dados apresentados, na manhã dessa sexta-feira (29/8), em um balanço da atuação da PCMG intensificada no Agosto Lilás, mês dedicado ao fim da violência contra a mulher.

Os dados do trabalho repressivo de polícia judiciária, levantados até 27/8, também contabilizaram 181 operações policiais realizadas para cumprimento de mandados de prisão e de busca e apreensão, com 245 prisões efetivadas em mandados requeridos pela PCMG. “Trata-se de um número expressivo de prisões nessa temática, com autores de violência doméstica e familiar presos por meio de mandados requeridos e cumpridos PCMG”, destaca a delegada Larissa Maia da Diretoria Estadual de Gestão das Delegacias Especializadas em Atendimento à Mulher.

Medidas protetivas

Ainda, em âmbito estadual, a PCMG solicitou 4.893 medidas protetivas de urgência ao poder judiciário, quando a vítima manifestou o interesse pela proteção e o pedido foi formalizado na unidade especializada em atendimento à mulher. No 1º semestre de 2025, cerca de 32 mil medidas protetivas foram solicitadas, e um total de 31.295 requeridas no mesmo período de 2024. “A operação Amparo inaugurou o Agosto Lilás e os números apresentados demonstram o incremento das ações pela Polícia Civil em todo estado”, considerou o delegado-geral Júlio Wilke da Superintendência de Investigação e Polícia Judiciária da PCMG.

Atuação preventiva

Como órgão da rede de enfrentamento à violência contra a mulher, a PCMG também atuou, até o momento, em 455 ações educativas. “Para além da repressão, a PCMG vem intensificando essas ações educativas por meio de blitz, panfletagem em locais estratégicos, palestras em ambientes acadêmicos e empresas para conscientização de mulheres e agressores ao longo do mês de agosto”, frisou a chefe do Departamento Estadual de Investigação, Orientação e Proteção à Família (Defam), delegada Danúbia Quadros. Ainda, foi lançada cartilha informativa do Programa Dialogar que trabalha com os agressores em grupos reflexivos. “Temos esse olhar para o homem como forma de combater a violência doméstica. Com encaminhamento do agressor pela justiça, eles precisam entender que violência psicológica ou moral também é crime, que existe punição e o descumprimento da medida protetiva configura crime e prisão em flagrante”, finalizou a chefe do Defam.

Foto Ilustrativa: Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) 




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