Minas Gerais encerrou o mês de dezembro de 2025 com pelo menos 22 mortes por afogamento. Os dados são do Corpo de Bombeiros, que alerta que, mesmo com campanhas educativas e orientações preventivas, muitas vítimas perderam a vida em situações consideradas evitáveis. Segundo a corporação, a maioria dos casos está relacionada a comportamentos de risco e ao excesso de confiança dos banhistas.
O aumento do fluxo de pessoas em rios, cachoeiras e outros cursos d’água naturais durante o período de férias tem preocupado as autoridades, principalmente quando envolve crianças e famílias inteiras. Os bombeiros destacam que muitos acidentes ocorrem por descuido ou pela falsa sensação de segurança. Parte da população acredita que saber nadar é suficiente para evitar tragédias, o que não condiz com a realidade.
Ambientes naturais apresentam riscos imprevisíveis, como correntezas fortes, buracos, pedras submersas e variações repentinas de profundidade. O Corpo de Bombeiros reforça a importância de respeitar as sinalizações, evitar áreas desconhecidas, manter crianças sempre sob supervisão e não consumir bebidas alcoólicas antes de entrar na água. As orientações visam reduzir o número de acidentes e preservar vidas, especialmente durante períodos de maior movimentação.
Foto Ilustrativa: Corpo de Bombeiros (CBMMG)